Fátima Cunha Velho é terapeuta de Reiki em Animais, também instrutora de vários cursos de Reiki em Animais e partilha connosco o efeito da prática de Reiki na gata Miú.

A Miú é uma gata persa que foi abandonada numa transportadora à porta do canil onde sou voluntária e que foi recolhida por mim há mais de dois anos.
Pensa-se que terá entre 5 a 10 anos e que tenha sido uma gatinha de criação.

Miú

Foto 1 – Miú

Fiquei alarmada quando percebi que uma das unhas lhe estava a perfurar a carne…

Levei-a à Clínica Veterinária numa 5ª Feira e ela apresentava uma lesão muito feia. A unha foi cortada e a ferida limpa, mas à volta tinha mau aspeto, apresentando uma cor roxa, quase negra.

A veterinária colocou-lhe uma pomada cicatrizante, deu-lhe um anti-inflamatório injetável e fez um penso para ela não lamber.

Dia 1

Foto 2 – Dia 1

Nessa noite, dei-lhe Reiki 😊.

No dia seguinte, voltei à clínica para fazer novo tratamento. Ela tinha ficado a pensar no caso e tinha-se aconselhado com outra colega especialista em gatos, que não lhe tinha dado boas notícias….

Quando retirou o penso e viu a ferida, nem queria acreditar. A ferida apresentava um aspeto completamente diferente do dia anterior.
Ficou muito impressionada com a evolução em apenas 24 horas 😊.

Dia 2

Foto 3 – Dia 2

Nessa noite, dei-lhe Reiki novamente.

No Sábado, voltei novamente à clínica e a cicatrização da ferida continuava a evoluir positivamente.

A veterinária estava estupefacta, disse que nunca tinha visto tamanha evolução numa ferida com o aspeto inicial.

A continuar assim, não seria preciso lá voltar para fazer mais tratamentos.

Dia 3


No Domingo à noite, tirei foto e enviei por e-mail.
Falei com ela na Segunda-Feira e ficou contente referindo que a ferida estava a  sarar muito bem.

Na Segunda-Feira, tirei nova foto, mostrando que em 4 dias a receber Reiki e com 3 tratamentos de pomada cicatrizante e penso, a ferida estava praticamente sarada.

Dia 4

Foto 5 – Dia 4

Sabemos que o Reiki acelera a cicatrização, mas esta foi uma evolução muito  grande.

Falei com a veterinária e a assistente da Clínica Veterinária, que se disponibilizaram para confirmar tudo o que foi relatado acima.

Fátima Cunha Velho